terça-feira, 4 de novembro de 2008


A chuva irrompia furiosamente pela neblina, que, tímida e assustada, desaparecia sorrateiramente deixando desnudadas as belas ruas e estradas. Nestas, desabrochavam as mulheres que com passos miúdos mas céleres dirigiam-se para a Igreja, tendo como companheiros o belo guarda-chuva e aquela mania irritantemente feminina de estar sempre a levantar a saia para que a água não as incomodasse ainda mais. Os seus rostos encontravam-se ocultos ...

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