sábado, 14 de fevereiro de 2009

" Ernest adorava fazer psicoterapia. Dia após dia, os seus pacientes convidavam-no a entrar nos recantos mais íntimos das suas vidas. Dia após dia, corfortava-os, preocupava-se com eles, aliviava o seu desespero. E, em troca, era admirado e acarinhado. E também pago, apesar de pensar com frequência que, se não precisasse do dinheiro, faria psicoterapia de graça.
Feliz aquele que ama o seu trabalho. E Ernest sentia-se realmente afortunado. Mais do que afortunado. Abençoado. Era um homem que encontrara a sua vocação, um homem que poderia dizer: Estou precisamente onde pertenço, no vórtice dos meus talentos, dos meus interesses e das minhas paixões. "

Irvin D. Yalom in "Mentiras no Divã"

3 comentários:

Dreamfinder disse...

Que bom sentirmo-nos assim. No sítio certo, a fazer o que sabemos, a dar o melhor de nós. Espero poder vir a sentir-me realizada com a área que escolhi ;)

Euzinha! disse...

Pena nem todo mundo se sentir realizado. E pior, penas não se esforçarem para se sentir realizado.
Pra mim a vida tem que ser sentida com toda a nossa força, temos que amar e acreditar em tudo o que fazemos. Cada vez que tentei segurar uma situação que não me agradava, a coisa ficou crítica. No trabalho, principalmente, temos que amar, se estiver mais ou menos, não rola.
Bom isso é o que penso pra minha vida, não consigo fazer diferente!
Mesmo sem ganhar muito dinheiro, faço o que amo!
Beijo!

Butterfly disse...

Dreamfinder, também espero que venhas a sentir-te realizada na área que escolheste !
Mas lembra-te sempre que temos múltiplas vocações, por vezes completamente antagónicas e de que estamos sempre a tempo de mudar o rumo da nossa vida ! ;)

Euzinha, faço minhas as tuas palavras !

Bjinhos a ambas !!!