segunda-feira, 23 de março de 2009

" Entendeu que as palavras de Nietzsche significavam que era preciso escolher a sua vida - tinha que a usufruir em vez de ser «usufruído» por ela. Por outras palavras, tinha que amar o seu destino. E, acima de tudo, havia a pergunta que Zaratustra fazia sempre - se gostaríamos de repetir a mesma vida eternamente. Uma ideia curiosa e, quanto mais Julius pensava nela, mais seguro se sentia: a mensagem de Nietzsche para nós era viver de forma a querer sempre a mesma vida. "

Irvin D. Yalom in "A Cura de Schopenhauer"

4 comentários:

manuel afonso disse...

Escrevi há pouco sobre este autor no meu blog. Na verdade para Schopenhauer e as suas ideias pessimistas em relação ao sentido da vida, os relacionamentos e os desejos só levam à dor e ao tédio. Pelo contrário, para Hertzfeld, psiquiatra que defendia a terapia em grupo, (para doentes do cancro)a salvação é atingida quando assenta em relacionamentos fortes, com amor e compreensão. É uma temática interessante e sempre polémica.

Nelida Capela disse...

A Confraria dos 50 publica Hábitos de Leitura, Hábitos de Leitor. Participe!

Dreamfinder disse...

Que curioso excerto ;)

Flavih Jones disse...

Adorei o blog.
Para quem adora ler como eu, isso aqui é o paraíso. rs
òtimas dicas.

Beijos.!