segunda-feira, 30 de março de 2009

" A prelecção consistia em longas frases repetidas, exaltando as muitas virtudes da meditação Vipassana, que, praticada de forma adequada, purificava a mente, levava à iluminação, a uma vida calma e de equilíbrio, à erradicação de doenças psicossomáticas e à eliminação das três causas da infelicidade: desejar, odiar e ignorar. Praticar sempre a Vipassana era como ser jardineiro da própria mente, arrancando dela as ervas daninhas. Mais do que isso, destacava Goenka, a Vipassana podia ser feita a qualquer hora e em qualquer lugar e tinha uma vantagem: enquanto outras pessoas perdiam tempo nas filas dos autocarros, o praticante podia arrancar algumas ervas daninhas da mente. "

Irvin D. Yalom in "A Cura de Schopenhauer"

1 comentário:

K disse...

Estou convencido!

Bj