sexta-feira, 5 de junho de 2009

Comecei a ler ...

" Marco Polo fala a Kublai Kan das cidades do Ocidente, maravilhando o imperador mongol com as suas descrições. Estas cidades, no entanto, existem apenas na imaginação do mercador veneziano: a sua vida encontra-se apenas dentro das suas palavras, uma narrativa capaz de criar mundos, mas que não tem forças para destruir «o inferno dos vivos». Este livro tem o lirismo dos livros de poemas, poemas que por vezes descrevem cidades e outras vezes a forma de pensar e de ser dos seus habitantes. Invertendo os papéis do Livro das Maravilhas, através do qual Marco Polo revelou o Oriente ao mundo ocidental, Calvino arquitectou o livro que o estabeleceria como uma das referências incontornáveis da literatura pós-moderna. "

5 comentários:

manuel afonso disse...

É multifacetado percurso durante a obra, cheio de descrições inverosímeis, mas cativantes: "As cidades e a memória - 1
Partindo dali e caminhando por três dias em direcção ao levante, encontra-se Diomira, cidade com sessenta cúpulas de prata, estátuas de bronze de todos os deuses, ruas lajeadas de estanho, um teatro de cristal, um galo de ouro que canta todas as manhãs no alto de uma torre. Todas essas belezas o viajante já conhece por tê-las visto noutras cidades...."

Paula disse...

Há pouco tempo li "As cidades Invisíveis"...
Acho que vais gostar.
Beijos

Diana disse...

Parece interessante, há algum tempo que esse livro me despertou curiosidade... quando puder, vou lê-lo!

Boas leituras

Diana disse...

Venho aqui avisar que lhe deixei uma lembrança no meu blog, Papéis e Letras! Espero que goste :)

K disse...

Amiga, tu não páras!

Like it!
;)
Com saudades tuas,

Bjs marcianos