"Eu quero abrir um livro
que tivesse a luz do trigo
onde pudesse beijar os joelhos de lua
de uma plácida mulher
Ou nela contemplar
em plena noite
a vasta delicadeza das constelações
enquanto lavasse as mãos
entre as imagens das estrelas
numa celha de água fresca."
António Ramos Rosa em "Meditações Metapoéticas"


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