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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Estou a ler ...

" Nascido na cave da Pembroke Books, uma livraria da Boston dos anos 60, Firmin aprendeu a ler devorando as páginas de um livro. Mas uma ratazana culta é uma ratazana solitária. Marginalizada pela família, procura a amizade do seu herói, o livreiro, e de um escritor fracassado. À medida que Firmin desenvolve uma fome insaciável pelos livros, a sua emoção e os seus medos tornam-se humanos. É uma alma delicada presa num corpo de ratazana e essa é a sua tragédia.

Num estilo ora sarcástico ora enternecedor, Firmin é uma história sobre a condição humana em que a paixão pela literatura, a solidão e a amizade, a imaginação e a realidade, fazem parte de um mundo que acarinhava os seus cinemas de reprise, os seus personagens únicos e a glória amarelada das suas livrarias. Firmin é divertido e trágico. Como todos nós. "

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vou começar hoje a ler ...



" Um menino de oito anos está à espera da chegada de um irmãozinho que vai nascer ... Chama-se Joakim. Nessa noite fica sozinho em casa e é então que, ao olhar pela janela, vê outro menino pendurado de cabeça para baixo numa macieira do seu quintal. Acontece que esse outro menino, Mika, vem de um planeta distante e nasceu dentro de um ovo. Juntos interrogam-se sobre todos os mistérios que se escondem por detrás das coisas que o nosso olhar distraído considera «normais». Descobrem que mais importantes que as respostas são as perguntas e que tudo o que existe é um fragmento do grande enigma que ninguém consegue resolver. Naturalmente, também se divertem muito ... "

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Comecei a ler ...



" Marco Polo é um estudante de Medicina, um espírito livre cheio de sonhos e expectativas. Ao entrar para a faculdade, é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores, que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões.
Indignado, o jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os pacientes com perturbações psíquicas precisam de algo mais que remédios e diálogo - precisam de ser tratados como pessoas, como iguais. Numa luta constante contra a discriminação, Marco Polo vai provocando uma verdadeira revolução de mentalidades ... "

domingo, 28 de junho de 2009

Estou a ler ...

"Em Berlim, nos agitados e deslumbrantes anos trinta, Albinus, um requintado intelectual de meia-idade que acalenta o sonho de fazer cinema, conhece uma jovem leviana, Margot, cuja maior aspiração é tornar-se uma estrela, pela qual se apaixona e abandona a mulher e a família. Começa assim um tórrido romance que, com o aparecimento de Rex, um produtor sem escrúpulos, se irá transformar num sórdido ménage à trois que há-de conduzir, fatalmente à tragédia. Um magnífico romance, pleno de erotismo, que a Teorema, depois de Lolita e Transparências, se orgulha de publicar."

"Riso na Escuridão" de Vladimir Nabokov

domingo, 21 de junho de 2009

Comecei a ler ...

" Em meados do século XVI o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontra em Belém, vindo da Índia.

Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns. Com base nesses escassos elementos, e sobretudo com uma poderosa imaginação de ficcionista que já nos deu obras-primas como Memorial do Convento ou O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago coloca agora nas mãos dos leitores esta obra excepcional que é a Viagem do Elefante.

Neste livro, escrito em condições de saúde muito precárias não sabemos o que mais admirar - o estilo pessoal do autor exercido ao nível das suas melhores obras; uma combinação de personagens reais e inventadas que nos faz viver simultaneamente na realidade e na ficção; um olhar sobre a humanidade em que a ironia e o sarcasmo, marcas da lucidez implacável do autor, se combinam com a compaixão solidária com que o autor observa as fraquezas humanas.

Escrita dez anos após a atribuição do Prémio Nobel, A Viagem do Elefante mostra-nos um Saramago em todo o seu esplendor literário. "

Também comecei a ler ...

" As sarcásticas histórias de Danças & Contradanças podem ser resumidas em duas palavras: malévolas e maliciosas. Como em muitos dos seus romances, Joanne Harris consegue combinar de uma forma única situações e personagens comuns - e até banais - com o extraordinário e o inesperado. Mais do que nunca, a autora dá largas à sua imaginação e apresenta-nos uma exuberante e prodigiosa caixa de Pandora que contém tudo quanto é extravagante, estranho, misterioso e perverso. De bruxas suburbanas a velhinhas provocadoras, monstros envelhecidos, vencedores da lotaria suicidas, lobisomens, mulheres-golfinho e fabricantes de adereços eróticos, estas são vinte e duas histórias onde o fantástico anda de mãos dadas com o mundano, o amargo com o doce, e onde o belo, o grotesco, o sedutor e o perturbador estão sempre a um passo de distância. "

terça-feira, 16 de junho de 2009

Estou a ler ...

Prémio Viareggio per la Narrativa
Prémio Palazzo al Bosco

" Há muitos anos, algures no meio do oceano, uma fragata da marinha francesa naufragou. 147 homens tentaram salvar-se subindo para uma jangada enorme e entregando-se ao mar. Um horror que durou dias a fio. Um palco formidável onde se exibiram a pior das crueldades e a piedade mais doce.

Há muitos anos, algures na costa do oceano, apareceu um homem. Uma promessa levara-o até lá. A estalagem onde ficou chamava-se Almayer. Sete quartos. Crianças estranhas, um pintor, uma mulher lindíssima, um professor com um nome esquisito, um homem misterioso, uma rapariga que não queria morrer, um padre cómico. Todos ali, à procura de alguma coisa, em equilíbrio sobre o oceano.

Há muitos anos, estes e outros destinos encontraram o mar e voltaram marcados desse encontro. Este livro conta-os porque, ao escutá-los, ouve-se a voz do mar. Pode ler-se como um conto de suspense, como um poema em prosa, um conto philosophique, um romance de aventuras. Seja como for, domina nele a alegria arrebatadora de contar histórias através de uma escrita e de uma técnica narrativa sem modelos, nem antecedentes, nem mestres.

Com efeito, o timbre de Oceano Mar não tem ecos na narrativa italiana, também pelo ardor fantástico que não conhece pausas, pela gama de emoções que nele se desfralda: vai-se, de facto, da ironia mais multifacetada à melancolia mais profunda, da comicidade mais sanguínea ao pathos mais envolvente e menos patético.

Oceano Mar, é a confirmação indiscutível de um talento original, capaz de insólitas sabedorias literárias e de entregas inéditas. "

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Comecei a ler ...

" Marco Polo fala a Kublai Kan das cidades do Ocidente, maravilhando o imperador mongol com as suas descrições. Estas cidades, no entanto, existem apenas na imaginação do mercador veneziano: a sua vida encontra-se apenas dentro das suas palavras, uma narrativa capaz de criar mundos, mas que não tem forças para destruir «o inferno dos vivos». Este livro tem o lirismo dos livros de poemas, poemas que por vezes descrevem cidades e outras vezes a forma de pensar e de ser dos seus habitantes. Invertendo os papéis do Livro das Maravilhas, através do qual Marco Polo revelou o Oriente ao mundo ocidental, Calvino arquitectou o livro que o estabeleceria como uma das referências incontornáveis da literatura pós-moderna. "

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Comecei hoje a ler ...



" A História da Minha Máquina de Escrever é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, «converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo. "

terça-feira, 19 de maio de 2009

Comecei a ler ...

" A viagem pelas estradas a perder de vista dos Estados Unidos da América tornou-se um arquétipo, pelo menos a partir de On the Road de Jack Kerouac e do filme Easy Rider. Neste romance ela é empreendida por um pai e o seu filho -, motards que preferem as estradas secundárias às auto-estradas, completamente expostos ao ambiente -, e transforma-se numa odisseia pessoal e filosófica e num mergulhar até às raízes da arte de viver. Ao introduzir questões filosóficas elaboradas, de uma forma que se torna deveras acessível e apelativa para o leitor comum, Pirsig cria uma filosofia prática, assente no bom senso e na intuição tanto como na racionalidade, baseada num novo valor a que chamou «qualidade». Ambiciona igualmente, por essa via, constituir uma ponte possível entre pensamento ocidental e Oriente. O cuidar atento e empenhado dispensado por este aventureiro das vastas extensões americanas à sua motocicleta é a metáfora para uma tentativa de valorizar a tecnologia no nosso mundo, onde Buda existe tão perfeitamente nos circuitos digitais de um computador como nas pétalas de uma flor. O segredo reside na atitude. Uma obra polémica que desde a sua primeira edição não deixou de inspirar milhões de pessoas em todo o mundo até hoje. "

Para ler e reflectir ...

" O Zaratustra é como o mapa de uma região cheia de recantos inesperados, de espaços inóspitos e de oásis revigorantes. Ao discurso literariamente sublime, sucede-se muitas vezes o discurso, desse mesmo ponto de vista, medíocre ou pelo menos de duvidoso gosto. Nesse mapa pode entrar-se por onde quisermos e os itinerários possíveis são praticamente infinitos. No entanto, alguns proporcionam certamente visitas mais abrangentes. É muito provável que o leitor se sinta como Teseu no seu labirinto, mas sem um fio de Ariadne que o oriente para um princípio. A concentração de símbolos e de personagens é enorme, tornando mais difícil a compreensão e objectivos filosóficos. O que a seguir se propõe é apenas um itinerário entre outros, mas, em nossa opinião, a escolha inclui perspectivas de maior amplitude e trata-se do que se pode considerar uma primeira visita de exploração. Fica ao leitor a possibilidade de ele próprio escolher, mais tarde, outros percursos, talvez mais minuciosos, mais «pessoais». "

domingo, 10 de maio de 2009

Comecei hoje a ler ...

"Ao completar quarenta anos, Madame Wu leva a cabo a decisão que tem vindo a planear há já algum tempo: comunica ao marido que após vinte e quatro anos de casamento não deseja ter mais contacto físico com ele e pede-lhe que tome uma segunda esposa. A Casa de Wu, uma das mais antigas e reverenciadas da China é tomada de surpresa e indigna-se com esta decisão, mas Madame Wu não se deixa dissuadir e escolhe uma jovem camponesa para tomar a sua vez no leito conjugal.

Elegante e distinta, Madame Wu planeia esta alteração na sua vida da mesma forma como sempre geriu uma casa onde coabitam mais de sessenta familiares e criados. Sozinha nos seus aposentos, aprecia a sua liberdade e finalmente pode ler os livros que lhe estavam vedados. Quando o seu filho inicia lições de inglês, percebe que também ela gostava de aprender esta língua. Assim trava conhecimento com o irmão André, um estrangeiro com uma mente à sua altura."

Pearl S. Buck foi galardoada com o Prémio Nobel da Literatura em 1938.

domingo, 3 de maio de 2009

Comecei a ler ...

" Um violino de Jakob Steiner, uma peça estranha ostentando uma cabeça antropomórfica que sugere ferocidade e loucura, é o objecto do desejo, a chave do enigma em torno do qual se compõe o novo romance do celebrado autor de O Jogo de Morte. Ele próprio confessou já que o xadrez e a música são duas grandes paixões suas. A música é a protagonista oculta que permeia toda a história e, por entre as notas, deixa filtrar toda a escala das emoções e dos sentimentos. Ela é símbolo de transcendência, busca da perfeição. Plena de notas dissonantes como a nostalgia e a raiva, o amor e o ódio, o ciúme e a posse. O título da edição original, Canone Inverso, introduz desde logo uma simbologia do desdobramento e do espelho, tema que o percorre página a página por entre as suas complexidades e os seus enigmas. Quem é afinal o discreto narrador ? Aquele que dá a nota de abertura, recordando-nos a origem divina da música, «o som contínuo que havia gerado o mundo, o sopro emanado das vestes ondulantes de Shiva», o mesmo autor do epílogo ? Ou será o escritor em busca de um tema, que na Viena de 1985, onde ainda vibram os ecos dos anos que decorrem entre as duas guerras, encontra esse estranhíssimo violinista cuja existência se esfuma com os últimos acordes da sua música ? Cabe ao leitor percorrer este onírico labirinto, para tentar entender o insólito versículo do Génesis que filia todos os músicos na descendência de Caim. "

Também comecei a ler ...



" Escrito ao mesmo tempo que os Cadernos da Casa Morta, o romance A Aldeia de Stepantchikovo e os Seus Habitantes ( 1859 ) é considerado uma das obras-primas do cómico dostoievskiano. É notável pelo trabalho dos diálogos, que fazem deste romance uma obra particularmente adaptável ao teatro. A narração, ambientada numa propriedade rural do interior da Rússia, é ferozmente corrosiva em relação aos pequenos dramas em que se comprazem as personagens, sobretudo Fomá Opísskin, um homem medíocre e frustrado que alimenta sonhos de grandeza e se comporta como um verdadeiro tirano em relação ao seu benfeitor, com quem mantém uma relação parasitária. "

sábado, 4 de abril de 2009

Vou começar hoje a ler ...

" Na galeria das mais extraordinárias e controversas figuras do Ocidente, a papisa Joana assume alguns contornos dos mais brumosos, enigmáticos e fascinantes. Muitos negaram, ao longo dos séculos, a sua existência, mas ainda é considerável a quantidade de documentos que referem a sua passagem pelo trono papal. Personagem histórica ou lendária, Joana protagoniza a notável ascensão de uma mulher brilhante que não aceita as limitações que a sua época, profundamente misógina, lhe impõe e, armada de uma inteligência esclarecida e de uma força de carácter inquebrantável, conquista o mais elevado poder religioso. Um romance magnífico, cativante, que conspira, no virar de cada página, para prender o leitor num sortilégio magnético, na teia enredada da intriga, das turbulências políticas, dos fanatismos e intolerâncias, das paixões, das duplicidades e segredos, das crises de fé e conspirações que ameaçam fazer soçobrar Joana. "

quinta-feira, 12 de março de 2009

Vou começar hoje a ler ...

" Irvin D. Yalom, autor do aclamado romance Quando Nietzsche Chorou, ( best-seller em 20 países ), regressa com mais um romance brilhante.
Julius é um terapeuta de sucesso que perante a iminência da morte se vê obrigado a fazer um balanço de toda a sua vida. Philip Slate foi seu paciente, e Julius recorda-o como o grande falhanço da sua carreira. Na tentativa de fazer as pazes com o passado, Julius contacta-o para fechar o último capítulo deixado em aberto. Mas Philip é agora um homem diferente e propõe uma troca.
Simultaneamente o autor tece a história verídica de Arthur Schopenhauer e envolve-a na narrativa, provocando uma leitura compulsiva e oferecendo uma lição sobre a influência do filósofo alemão no pensamento contemporâneo. A narrativa de A Cura de Schopenhauer move-se em várias direcções, mas todas elas convergem num todo. Uma maravilhosa aventura emocional e intelectual, de deslumbrante intensidade. "

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Comecei a ler ...

" Publicado por volta de 1868-1869, O Idiota é, porventura, dos cinco grandes romances de Dostoiévski, o mais perfeito - na composição, no estilo, no aprofundamento dos caracteres. Foi também, de todos os romances do autor, o mais incompreendido na sua época. Dostoiévski pretende, segundo as suas próprias palavras, «criar a imagem do homem positivamente bom», uma encarnação da beleza, da bondade e da humildade, figura de herói entre Dom Quixote e Cristo, mostrando o que pode acontecer a um homem assim, em contacto com a realidade. Como sempre, nos romances do autor, são dramatizados os problemas sociais, filosóficos e morais da época, tratamento a que o génio de Dostoiévski confere uma força e uma amplitude que fazem deste romance uma obra de todos os tempos. Traduzido directamente do russo por Nina Guerra e Filipe Guerra, é um verdadeiro monumento literário, escrito durante a fase mais produtiva da vida de Dostoiévski. "

"O Idiota" de Fiódor Dostoiévski

Também comecei a ler ...

" A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura. Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres. "

"A Feiticeira de Florença" de Salman Rushdie

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Eu e o Cristiano começámos a ler ...

" Guerra e Paz, escrito entre 1865 e 1869, é, sem dúvida, a obra-prima do grande escritor e aquela que mais o fixou na memória da posteridade.
Tomando como moldura as campanhas napoleónicas de 1805 e 1812, Tolstoi traça-nos um quadro assombroso da Rússia do Séc XIX, sobretudo da sua alta sociedade, presente nas famílias Bolkonsky e Rostov.
Largo fresco histórico, enriquecido por análises psicológicas de grande profundidade, Guerra e Paz é também o repositório da filosofia do próprio Tolstoi, com o seu amor pelos humildes e a sua simpatia por todos aqueles que - desde o soldado Karataiev até ao general Kutuzov - renunciaram a toda a concepção agressiva da existência. "

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Vou começar hoje a ler ...

« Yalom é vencedor do prémio Commonwealth para o melhor Romance de Ficção. É bestseller em 20 países e reconhecido pelos seus “Romances de ideias”. »

" Depois do sucesso dos best-sellers internacionais Quando Nietzsche Chorou e A Cura de Schopenhauer, Irvim D. Yalom regressa com uma história ambiciosa sobre as virtudes e os princípios da terapia. Neste provocador romance de ideias, Yalom disseca a complexidade das emoções humanas através do relacionamento de três terapeutas e dos seus pacientes. Num romance tocante e angustiante, Yalom estuda as delicadas fronteiras entre terapeuta e inquisidor, confidente e amante.Seymour, um terapeuta de renome e ex-presidente da Associação Psiquiátrica Americana, é adepto de técnicas pouco ortodoxas e inicia um jogo erótico com uma paciente quarenta anos mais nova. Este tratamento alternativo parece tirá-la de uma rotina de promiscuidade e autoflagelação. Lash é um jovem psicanalista com uma fé inabalável na psicanálise e esconde o seu fanatismo sob a máscara da responsabilidade. Na busca do seu caminho, inventa uma radical abordagem para as suas sessões: honestidade brutal entre analista e analisado. Os resultados são tão inesperados como perigosos. E vê-se na situação de ser vitima da sua própria cura.Explorando os jogos de poder, Mentiras no Divã é uma história intensa, eloquente e bem-humorada, em que os dilemas da lealdade se apresentam com clareza e vigor. Um livro brilhante, inteligente e apaixonante. "